Os livros preferidos pela crítica em 2016
09 Jan 2017

No final de dezembro, e como já é habitual, diferentes meios de comunicação social portugueses publicaram as suas escolhas de melhores do ano entre as quais encontramos muitos livros que publicámos ao longo de 2016. 
No jornal Público, que publicou as suas escolhas na edição de 23 de dezembro, no top 10 dos livros de Ficção encontramos, em 1º lugar, o livro Não Se Pode Morar nos Olhos de um Gato, de Ana Margarida Carvalho (Teorema), em 3º Bússola, de Mathias Énard (Dom Quixote) e, em 10º, A Gorda, de Isabela Figueiredo (Caminho). No top 10 de Não-ficção este mesmo diário colocou, em 2º lugar,  Fontismo: Liberalismo Numa Sociedade Iliberal, de David Justino (Dom Quixote), em 3º, À Beira do Abismo, a Europa de 1914-1949, de Ian Kershaw (Dom Quixote) e, em 10º, Heinrich Himmler, de Peter Longerich (Dom Quixote). 

No Expresso, oito críticos fizeram as suas escolhas dos 10 melhores do ano. O livro A Gorda foi eleito por três deles, tantas quanto Bússola, de Mathias Énard. Anunciações, de Maria Teresa Horta (Dom Quixote), foi escolhido por dois dos especialistas daquele jornal, que elegeram ainda Não Se Pode Morar nos Olhos de um Gato, Um Postal de Detroit, de João Ricardo Pedro (Dom Quixote), Á Beira do Abismo, Heinrich Himmler, A Noite Não é Eterna, de Ana Cristina Silva (Oficina do Livro), O Rapaz e o Pombo, de Cristina Norton (Oficina do Livro), Os Navios da Noite, de João de Melo (Dom Quixote), O Amor Em Lobito Bay, de Lídia Jorge (Dom Quixote)e Os Dez Livros de Santiago Boccanegra, de Pedro Marta Santos (Teorema).


No mesmo mês, o jornal “i” elegeu os seus oito livros preferidos de 2016 entre os quais incluiu A Gorda e À Beira do Abismo.


Por sua vez, na sua rúbrica diária no Correio da Manhã, Francisco José Viegas assinalou, ao longo de vários dias, aqueles que considerou terem sido os melhores livros do ano. Dos livros publicados pela LeYa, o escritor e editor escolheu Um Postal de Detroit, Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco (Lua de Papel) e Para Aquela Que Está Sentada no Escuro à Minha Espera, mais recente romance de António Lobo Antunes (Dom Quixote).


O Observador publicou, também, as escolhas de "melhores do ano" dos seus jornalistas e críticos. Para José Manuel Fernandes, publisher daquele jornal online, entre os melhores do ano estão As 10 Questões do Colapso, de João César das Neves (Dom Quixote) e António Barreto - Política e Pensamento, Maria de Fátima Bonifácio (Dom Quixote). No mesmo meio, o critico José Carlos Fernandes escolheu os livros Heinrich Himmler, À Beira do Abismo e a reedição de A Sangue Frio, de Truman Capote (Dom Quixote). Também no Observador, Miguel Freitas da Costa incluiu nas suas escolhas de 2016 o livro As 10 Questões do Colapso, Miguel Pinheiro escolheu As Mentiras Que as Mulheres Contam e As Mentiras Que os Homens Contam, de Luis Fernando Veríssimo (Dom Quixote) e Paulo Tunhas elegeu De Mal a Pior, de Vasco Pulido Valente (Dom Quixote). O Observador foi dos poucos a publicar uma lista dos melhores livros infantis do ano. Entre os preferidos encontramos A Grande Viagem do Pequeno Mi, de Sandro William Junqueira (texto) e Rachel Caiano (ilustração), publicado pela Caminho.


Por fim, também a revista Sábado deu a conhecer os seus livros preferidos de 2016. Dos 12 eleitos quatro foram publicados pela LeYa: O Túnel dos Pombos, de John LeCarré (Dom Quixote), De Mal a Pior, A Gorda e A Vegetariana, de Han Kang (Dom Quixote).

 
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