Prémio LeYa 2021: decisão do júri anunciada a 7 de dezembro
29 Nov 2021

Depois de, em janeiro deste ano, a LeYa ter anunciado o restabelecimento do prémio que, em 2020, havia sido suspenso devido à crise pandémica, e a alteração do seu valor para cinquenta mil euros, estão agora reunidas as condições para dar continuidade à edição de 2021. O júri do prémio, presidido por Manuel Alegre, reunirá nos dias 6 e 7 de dezembro, estando a revelação da decisão do colectivo agendada para o dia 7, na sede da Leya, em Alfragide. Foi, igualmente, decidido que, por força da actual situação sanitária, a reunião do júri, maioritariamente composto por elementos residentes no estrangeiro, não será presencial, mas virtual.

 

As obras a concurso na presente edição incluem os originais enviados para a edição de 2020, antes de a mesma ter sido suspensa em abril desse mesmo ano, bem como todos os que concorreram à edição de 2021, que assim se torna na que maior número de originais recebeu, 802, provenientes de 20 países - Alemanha, Angola, Áustria, Brasil, Bulgária, Cabo Verde, Canadá, Equador, França, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Luxemburgo, Moçambique, Polónia, Portugal, Rússia, EUA e Vietname.

 

Composição do Júri do Prémio LeYa 2021

 

O júri da presente edição do Prémio LeYa é formado por Ana Paula Tavares, escritora e poeta angolana, Isabel Lucas, jornalista e crítica literária portuguesa, José Carlos Seabra Pereira, Professor de Literatura Portuguesa na Universidade de Coimbra, Lourenço do Rosário, Professor de Letras, fundador e antigo reitor da Universidade Politécnica de Maputo, Manuel Alegre, poeta e escritor (Presidente do Júri), Nuno Júdice, poeta e escritor, e Paulo Werneck, editor, jornalista e tradutor brasileiro.

 

Sobre o Prémio LeYa

 

Com o valor de 50 mil euros, o Prémio LeYa é o maior prémio literário para romances inéditos de todo o mundo de língua portuguesa. No seu percurso já premiou e deu a conhecer ao mundo os romances O Rastro do Jaguar, do brasileiro Murilo Carvalho (2008), O Olho de Hertzog, do escritor moçambicano João Paulo Borges Coelho (2009), O Teu Rosto Será o Ultimo, de João Ricardo Pedro (2011), Debaixo de Algum Céu, de Nuno Camarneiro (2012), Uma Outra Voz, de Gabriela Ruivo Trindade (2013), O Meu Irmão, de Afonso Reis Cabral (2014), O Coro dos Defuntos, de António Tavares (2015), Os Loucos da Rua Mazur, de João Pinto Coelho (2017) e Torto Arado, de Itamar Vieira Junior, vencedor em 2018 e que viria a ganhar, em 2020, os dois mais importantes prémios literários do Brasil: Jabuti e Oceanos.

 

O Prémio LeYa é atribuído por prova cega, sendo a autoria dos romances desconhecida ao longo de todo o processo de leitura e avaliação. A autoria do romance vencedor, selada em sobrescrito, apenas é conhecida depois de tomada a decisão do júri.

 
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